sábado, 23 de maio de 2020

Arqueólogos encontram múmia egípcia de 3 mil anos com mais de 30 tatuagens

Arqueólogos do Instituto Francês de Arqueologia Oriental (IFAO) encontraram uma múmia egípcia de 3 mil anos com mais de 30 tatuagens.

Múmia com tatuagens/Reprodução
Múmia com tatuagens/Reprodução

A múmia foi encontrada na vila de Deir El-Madina, perto da antiga capital egípcia de Luxor, e a tumba aparentemente foi aberta e roubado a centenas de anos atrás. Os arqueólogos acreditam que essa múmia era de uma mulher que viveu entre 3.300 a 3.070 anos atrás, durante o reinado de Ramsés II.

A mulher tinha entre 25 e 34 anos de idade quando morreu, e suas tatuagens eram de touros, ovelhas, babuínos, flores de lótus e olho de Hórus. A descoberta foi feita em 2014, mas só em 2018 o Instituto Francês de Arqueologia Oriental (IFAO) fez o anunciou.

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Múmia com tatuagens/Reprodução
Múmia com tatuagens/Reprodução

Uma das hipóteses para a grande quantidade de tatuagens na múmia é que, quando em vida, a mulher fez as tatuagens como forma de ritual para se curar de alguma doença ou mesmo se proteger. 

Com análises mais profundas, os arqueólogos estão certos de que a mulher foi uma sacerdotisa, sendo uma pessoa muito importante para a vida religiosa daquela época. Algo incomum, pois os os pesquisadores afirmavam que rituais no Antigo Egito eram feitos somente por homens.

A descoberta também prova que as mulheres tinham um papel mais importante no Antigo Egito do que os antigos registros mostravam.

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