quinta-feira, 5 de março de 2020

Conheça a surpreendente teoria do Suicídio Quântico

Uma das grandes certezas da vida é que ela tem um fim. Porém, a física quântica diz outra coisa e afirma que podemos ser imortais. O experimento criado pelo físico teórico Max Tegmark em 1997, irá te surpreender.

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Para explicar a teoria, usamo a Interpretação dos Muitos Mundos, na qual todas as decisões que tomamos cria dois universos paralelos. Para exemplificar, imagine uma pessoa que tem os caminhos A e B para escolher. A partir do momento que essa pessoa escolhe, por exemplo, A, outra possibilidade passa a existir, criando um novo universo onde ela havia escolhido o caminho B.

O Suicídio Quântico consiste em imaginar que uma pessoa está em uma sala com uma arma apontada para a cabeça e que nessa mesma sala tem um relógio que pode girar em sentido horário e anti-horário. 

Se o ponteiro estiver girando no sentido horário, ele pode puxar o gatilho que a arma não irá disparar.

Agora imagine que o relógio esta girando no sentido anti-horário, e a pessoa aperta o gatilho. Pronto! A pessoa morreu. Não necessariamente, pois é agora que o paradoxo fica mais interessante.

Como explicado, sempre que fazemos uma escolha o universo se dividi em dois. O universo que a arma dispara cria um universo que ela não dispara. O universo que arma não dispara cria um universo que ela dispara. Confuso, né? Ou seja, sempre que o gatilho é puxado um novo universo é criado e isso se repete infinitamente. Podendo tornar uma pessoa imortal aos olhos da física quântica.

A hipótese dos Multiversos foi criado na década de 50, no incio não foi muito bem aceita, mas com o passar do tempo, os cientistas começaram a acreditar mais na possibilidade e desenvolverem mais estudos sobre o caso.


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